quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

A convivência na casa espírita - Jerri Roberto Almeida

SINOPSE: É necessário trazermos o pensamento espírita, em sua base kardequiana, para fortalecermos nossa socialização e união. Diríamos nas palavras de Kardec, no encontro com os espíritas de Lyon, que: "...esse banquete de amigos, meus mui amados confrades, como os ágapes de outrora, seja o penhor da união entre todos os verdadeiros espiritas." (Viagem Espírita de 1862)
Nesse trabalho, portanto, pretendemos estudar os relacionamentos humanos nos grupamentos espíritas, com seu foco sobre a qualidade dessas convivências. Para isso, fomos buscar nas observações do codificador, em seus vários escritos, instruções para nos guiar nessa delicada tarefa.


Achei o livro fantástico, porque ele traz muitos tempos contemporâneos e corriqueiros que acontecem em nosso convívio. Vale a reflexão diária sobre os temas abordados. Esse sim, é um livro de cabeceira, porque ele traz argumentos para mudarmos nosso modo de agir perante o outro, o grupo e a sociedade. É sempre um puxão de orelhas para que passemos de simples observadores a executores de nossa existência. "Não basta saber a Doutrina, é preciso ser a Doutrina." 
Ele traz uma definição fantástica sobre ser espírita:
"O espírita não é aquele que acredita na reencarnação e na existência do Espírito, mas aquele que se reconhece um ser antigo, imortal e comprometido com sua evolução ética diante dos contingentes da Vida."
Recomendo a todos que querem melhorar-se nesta vida que nos é tão curta. (Valéria Knopp)

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